A Supra Sementes deu um passo decisivo para consolidar sua presença no Sul do Brasil ao lançar oficialmente, em Passo Fundo (RS), os híbridos de milho S9020 VIP3 e S7410 VIP3. O evento reuniu mais de 100 participantes, entre produtores, consultores e parceiros, marcando a chegada de soluções desenvolvidas para elevar o patamar produtivo da região subtropical.
Com foco em alta performance, precocidade e segurança produtiva, os novos híbridos chegam ao mercado respaldados por validações robustas no campo e resultados consistentes frente aos principais materiais concorrentes.
A validação dos materiais em campo foi um dos pontos centrais do encontro,em Santa Bárbara do Sul (RS), Diego Leandro Matte, da Agropecuária João Osório Dumoncel, afirmou que “os resultados mostraram índices produtivos elevados nas condições avaliadas. É um material alinhado, na busca por produtividade”, relata o produtor que testou o híbrido S9020 em áreas irrigadas e de sequeiro.
“O destaque foi o dry down, com secagem mais rápida. Confirmando sua hiperprecocidade, apresentou menor umidade na colheita em comparação com outros materiais”, afirma. Na prática, segundo ele, isso impacta em “menor tempo de permanência no campo, melhora na eficiência da colheita e contribui para o resultado econômico.” Ele ainda comemora a antecipação da colheita para viabilizar um segunda safra de soja, “trazendo mais segurança no planejamento e melhor aproveitamento da área.”
Também com experiência em campo, George Nesco, da Coco Agronegócios, em Cachoeira do Sul (RS), avaliou que a rusticidade foi um dos pontos observados durante o ciclo. “Hoje o agricultor busca produtividade, contudo, segurança é muito importante. A queda de rendimento em situações de estresse climático, reforça quanto é imprescindível planejar melhor a safra”, afirma.
A Supra Sementes apresentou dados que comprovam seu melhor resultado frente aos concorrentes. Em teste, o híbrido S9020 VIP3 registrou produtividade de 251,4 sc/ha, superando a média de seis concorrentes hiperprecoces, cujo o desempenho foi de 240 sc/ha em 40 lavouras lado a lado, reforçando sua adaptação e consistência em campo.
“Antes de chegar ao produtor, a genética precisa provar seu valor. Os materiais são testados em diferentes ambientes, com pressão de pragas, doenças e variações climáticas”, afirma Guilherme Oliveira, da área de desenvolvimento de produto, responsável pela apresentação dos dados.
Entre os dois materiais lançados, destaca-se que o S9020 VIP3 reúne características como alto rendimento, sanidade foliar, tolerância ao complexo de molicutes e viroses, além de rápido dry down. Já o S7410 VIP3 foi posicionado como uma solução de ciclo superprecoce, com estabilidade produtiva, porte baixo e adaptação também para áreas de sequeiro.
Os novos produtos estão diretamente ligados às demandas de campo, explica Maikel, melhorista de milho da Supra Sementes na região de Passo Fundo. A estação de Passo Fundo é estratégica, com mais de 300 hectares dedicados à pesquisa e cerca de 50 mil parcelas de ensaio, sendo 35 mil no Rio Grande do Sul, focadas nas condições locais.
No encerramento, o gerente regional da Supra, Luciano Leske reforçou que a Supra Sementes amplia o portfólio e assume um posicionamento mais direto junto ao produtor do Sul, com foco em resolver, na prática, os principais gargalos da lavoura.
Em um cenário de janelas produtivas mais curtas, riscos climáticos crescentes e pressão por eficiência, a empresa coloca no mercado uma proposta objetiva: entregar produtividade com previsibilidade, segurança ao longo do ciclo e maior rentabilidade por hectare, transformando tecnologia em resultado efetivo no campo.